Primeiros Passos do meu bebê

Primeiros Passos do meu bebê

Os primeiros passos do bebê são esperados com ansiedade pelos pais. Quando este momento chega, no entanto, muitas dúvidas aparecem em relação a segurança dos nosso pequenos!

Pensando nisso, a Kidy Calçados, lançou a tecnologia do equilíbrio,que traz, para os pais, segurança na fase dos primeiro passos do bebê. Com certificação do IBTEC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos), a inovação combina o desenvolvimento especial de formas,design de solado,análise de calce, anatomia , ergonomia do pé e biomecânica para trazer aos pequenos um calçado que auxilia no equilíbrio para ficar em pé e oferecer estabilidade nos primeiros passos.

 

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Dúvidas sobre os Primeiros Passos do Bebê

Meu filho pode não engatinhar? Até que idade a criança começa a andar? e o andador, quando tirar?

Muitas dúvidas aparecem e nem sempre é fácil lidar com elas sem temer algum tipo de prejuízo ao desenvolvimento da criança. Nessa fase, o bebê começa a sentir mais confiante e independente dos pais. Normalmente, a partir dos oito meses, a criança começa a ficar de pé sozinha, se apoiando na parede ou em móveis da casa. Com 10 meses, a maioria começa a andar sem auxílio.

Veja o que recomendam os especialistas e tome nota das dicas para não se apressar demais. 

Com que idade o bebê começa a engatinhar?

O bebê costuma engatinhar entre 7 e 11 meses. “A idade não é muito estabelecida, mas, frequentemente, as crianças começam a sentar com seis meses e passam a engatinhar em torno dos 8 meses”, explica o ortopedista pediatra Claudio Santili, professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Como posso estimular meu filho a engatinhar? 

É importante que os pais ofereçam oportunidades de brincadeiras no solo.  “Os pais podem ficar com o bebê no chão e colocar o brinquedo um pouco distante para que ele tente pegá-lo. O pequeno vai começar se arrastando e depois tende a passar a engatinhar”, conta a neuropediatra Saada Ellovitch, do Hospital Samaritano. Uma dica importante: evite deixar seu filho frequentemente no berço.  “Isto pode atrasar o desenvolvimento dele”, diz o neuropediatra Abram Topczewski do Hospital Albert Einstein.

Todos os bebês vão engatinhar?

Não, alguns pulam esta etapa. “Cerca de 80 a 85% dos bebês engatinham, porém há uma pequena porcentagem que não faz isso. Eles se locomovem sentados e depois passam a andar”, explica o neurologista e neuropediatra Luiz Celso Pereira Vilanova, presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil.

Meu filho não engatinhou e não começou a andar, como sei se o desenvolvimento motor dele está correto?

É importante que seu filho vá constantemente ao pediatra, assim este profissional poderá acompanhar o desenvolvimento do pequeno e notar se há algum problema. Para os pais, vale ficar atento a outros aspectos. “É interessante observar quando a criança começou a sustentar a própria cabeça, o que ocorre por volta dos três meses, passou a sentar, normalmente eles sentam com apoio dorsal até o sexto mês e sem apoio até o final do nono mês. Por fim, até o 11º mês o bebê deve conseguir ficar em pé com apoio”, explica Vilanova.

Existe uma maneira correta de engatinhar?

Não há uma maneira correta de engatinhar. “A grande maioria dos bebês realiza a alternância de quatro pontos de apoio, mas há aqueles que fazem com três pontos, não existe uma regra. Às vezes, quando o pequeno engatinha super bem, ele demora para testar outros métodos de locomoção”, diz Santili.

Com que idade o bebê começa a andar?

A faixa de normalidade para o bebê começar a andar é entre 11 meses e um ano e meio de idade.

A partir de quando devo me preocupar se meu filho não começar a andar?

Quando a criança completar um ano e meio e ainda não andar. “Caso o bebê continue com dificuldade para andar, problemas para se manter em pé, uma avaliação com um neuropediatra se torna necessária”, recomenda Topczewski.

Como posso estimular meu filho a andar?

Deixar o bebê no chão, sempre com segurança, é a melhor forma de estimulá-lo. “É preciso oferecer oportunidades para a criança ficar de pé e andar. Formar uma espécie de corredor entre o sofá ou outro móvel é uma alternativa. Dar o braço ou a mão para o bebê se apoiar também é interessante”, diz Santili. Segurar o bebê pelos bracinhos e andar com ele, o que é muito comum entre os pais, não é recomendável. “Isto porque o bracinho faz parte do controle do equilíbrio e há até o risco de o pequeno desenvolver um problema no cotovelo. O melhor é segurar o bebê pelo tronco”, afirma Santili.

Há um jeito certo de andar?

Ao começar a andar é normal o bebê se locomover com as pernas mais abertas. “Quando a criança passa a ganhar equilíbrio é comum ela alargar a base”, explica Santili. Porém, há certas maneiras de andar dos pequenos que podem ser sintomas de problemas mais sérios, portanto é recomendável uma avaliação do pediatra. “Andar nas pontas dos pés pode não ser nada e perto dos dois anos a criança perde esse costume, mas é melhor fazer uma avaliação com o neuropediatra, pois pode significar uma alteração no neurodesenvolvimento”, conta Ellovitch.

Caso o bebê tenha as pernas arqueadas, como um caubói, não há motivo para pânico, mas é importante acompanhar o caso com um ortopedista. “Se esta deformidade for simétrica e dentro dos parâmetros ela se corrige espontaneamente por volta dos cinco anos”, diz Santili. Porém, caso as pernas da criança sejam assimétricas, uma reta e a outra arqueada, por exemplo, é importante maior atenção e avaliação médica.

Os bebês prematuros demoram mais para começar a andar e engatinhar?

O desenvolvimento dos bebês prematuros pode ser mais lento, afinal é preciso dar o devido desconto aos pequenos que chegaram antes do previsto, mas não será sempre assim. “Há uma defasagem do ponto de vista motor, mas até o 15º mês é de se esperar que já esteja igual as demais crianças”, conta Vilanova.

Meu filho estava andando, mas depois começou a não andar mais, parece que desaprendeu. Isso é normal? A vacina pode causar isso?

Isto não é comum entre os bebês e é recomendado marcar uma consulta com o pediatra. “É importante avaliar o caso, pois pode ser uma porção de motivos, desde birra até uma patologia mais séria”, conta Topczewski.

Caso a criança tenha tomado uma vacina e depois disto parado de andar, a injeção pode ser a causa.  “Algumas são feitas na coxa e a vacina é uma substância que pode provocar uma reação e causar um desconforto na musculatura, mas nestes casos o bebê costuma voltar a andar depois de, no máximo, sete dias”, diz Santili. O problema também pode ter ocorrido durante a aplicação da vacina. “Há o risco de a injeção atingir a raiz do nervo, levando ao comprometimento da movimentação daquela perna”, conta Topczewski.

O meu filho pode utilizar o andador?

O andador não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) por dois motivos: expor a criança a riscos e atrasar o seu desenvolvimento motor.  De acordo com a SBP, anualmente são realizados 10 atendimentos nos serviços de emergência para cada mil bebês com menos de um ano de idade provocados por andadores. O que corresponde a, ao menos, um caso de traumatismo para cada duas ou três crianças que utilizam o objeto. Afinal, os andadores, que podem chegar a velocidade de 1m/s, permitem com que os pequenos tenham muita independência em uma fase  na qual ainda não tem noção do perigo. “O andador atrapalha um pouco o desenvolvimento do andar porque o bebê fica o tempo todo sentado”, diz Topczewski.

 

 

 

3 Comentarios

  • Carla
    3 de julho de 2014 18:49

    Achei fantástico! Nós mamães queremos muito proteger os pequenos quando começam a andar, ter um calçado que oferece maior estabilidade é demais!

    • Douglas Viana
      2 de junho de 2016 21:04

      Muito legal os artigos, valem a pena todos ler

  • Marcos
    2 de junho de 2016 21:05

    Muito bom

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